Temas Sexuais, a Educação e a Invasão Vertical dos Bárbaros

Por Eric Carro

“Vamos um pouco adiante na compreensão do assunto se considerarmos os três grandes venenos públicos de nossa época, o que eles fazem para nós, e porque é tão difícil agir contra eles: politicamente correto, pornografia e plástico. O primeiro envenena o pensamento, o segundo envenena o amor e o terceiro envenena o mundo.” – Roger Scruton

A citação extraída do artigo “P is for Poison” do filósofo Roger Scruton é propícia para descrever o espírito de nosso tempo. Os danos que o plástico causa ao meio ambiente são consideráveis. O politicamente correto causa danos devastadores aos nossos pensamentos: cria-se uma novilíngua que nos impede de pensar sobre determinados assuntos e nos proíbe terminantemente de abordá-los; afinal, raciocinamos a partir de palavras, e proibir o uso de algumas delas pelo fato de serem “ofensivas” é intelectualmente cruel e autoritário. Para as substituir, emprega-se outras palavras que nos forçam a pensar de maneira diferente. Como pessoas “esclarecidas” e “livres de preconceitos”. Não é, porém, meu propósito me alongar nos detalhes do primeiro veneno citado por Scruton e nem no terceiro. Meu objetivo é abordar sobre aquilo que envolve o segundo: a temática sexual.

Não quero parecer moralista, e nem me é confortável agir dessa maneira. Determinar a terceiros quais condutas devem ser adotadas ou censuradas não é nada agradável, e acredito que temas de esfera privada devem ser resolvidos em esfera privada. No entanto, quando assuntos sexuais passam a circular por lugares impróprios, não há como ignorar o fato, e em ambientes onde impera a flacidez moral – ou seja: onde os valores são defendidos de maneira tímida -, o ser humano se sente tentado a se entregar à luxúria e a tudo aquilo que for confortável e prazeroso, e em pouco tempo ignorará os compromissos com seu próprio futuro. O desapego aos bens materiais e a abstenção de determinadas condutas ajudaram a construir a civilização em que vivemos hoje e de cujas conquistas nos orgulhamos.

Já é de conhecimento geral que a pornografia é maléfica à confiança e à relação entre um casal. Trata-se de uma espécie de entorpecente, que vicia o ser humano, torna-o apegado às coisas mundanas e inibe sua vida emocional. Ela torna o homem insensível, sem autoestima, causa insatisfação, desestabiliza famílias e pode levar até aos divórcios – que atualmente se tornou uma prática corriqueira.

O mais interessante é o fato de o homem ocidental ter tornado a temática sexual um tabu muito antes de a ciência demonstrar o quanto a exposição à pornografia e maléfica. Evita-se falar sobre o tema em espaços públicos e a prática sexual é proibida neles. Bastou a sabedoria da espécie, a compreensão da natureza humana e uma busca milenar pela ordem e pelo aprimoramento das instituições sociais.

É normal para o homem pós-moderno, defensor fervoroso do relativismo moral, falar sobre sexo em locais abertos – muitas vezes na presença de crianças – e ver isso como uma maravilha. Ele é hedonista e irá tentar de convencer: “admita que você também gosta disso”; se obtiver resposta positiva, chegará à conclusão de que sexo deve ser abordado em todos os cantos; se a resposta for negativa, chegará à conclusão de que você é um puritano, antiquado, ou simplesmente virgem. É a roupagem decente e antiquada do guarda-roupas da imaginação moral de Edmund Burke. Assim como os jacobinos franceses rejeitaram tudo aquilo que foi defendido pelo político britânico, os jacobinos pós-modernos dão risadas da “roupagem” daqueles que não se adaptaram ao zeitgeist.

Por qual outro motivo, além de causar conflitos e atomizar a sociedade, o ser humano deveria se abster de expressar seus impulsos sexuais – ou pelo menos tentar largar esse hábito? Pelo simples motivo de ele ser o único animal capaz de conter seus instintos mais baixos quando necessário. Ele não é como os outros animais, e é natural dele o desejo de conhecer. Não possui apenas um cérebro, mas possui consciência. O fenômeno da consciência humana é misterioso e até os dias atuais não teve suas causas primordiais desvendadas. A neurociência estuda o cérebro humano, mas não estuda a consciência: isso é o papel da filosofia e de seus ramos, tais como a metafísica, e o homem que deseja aproveitar ao máximo sua consciência precisa se disciplinar.

Recorramos à língua inglesa: da mesma maneira que “hear” é a detecção do som, a simples habilidade de escutar o som, enquanto “listen” é ouvir de maneira ativa e atenta, visando extrair informações do áudio. Uma analogia semelhante é válida para “feelings” e “sentiments”, e esse último termo foi muito explorado pelos filósofos morais britânicos, sobretudo Adam Smith em seu “A Teoria dos Sentimentos Morais” – que antecedeu “A Riqueza das Nações”. “Feelings” são percepções, sensações, emoções, enquanto “sentiments” são emoções organizadas, são atitudes em relação a algo, é o pensamento influenciado pelas emoções e pelas sensações.

Em ambos os casos, nota-se uma característica comum: outros animais podem ouvir e sentir, mas apenas o homem é capaz de ouvir a fim de extrair informações minuciosas sobre o áudio e de tirar conclusões; apenas o homem é capaz de converter aquilo que capta a partir dos sentidos em atitudes racionais e organizadas; o homem é o único animal capaz de se elevar e abandonar a condição de “bicho”. A ação humana inclina-se para uma ordem lógica, ainda que o homem não tenha uma explicação que fundamente suas ações. E é lamentável que o homem que tenha boas condições de vida, em pleno século XXI, opte por se manter em uma posição animalesca.

Até esse instante,  apenas o comportamento do “homem comum” foi analisado. O homem de intelecto superior não perde sua condição de “homem comum”, pois sua expressão fisiológica no mundo físico ainda é humana. A diferença é que o homem de intelecto superior é aquele que se propôs a escalar os ombros de gigantes, aprimora suas habilidades cognitivas e o seu conhecimento sempre que possível e se esforça para passar para outras gerações o conhecimento por ele obtido e ensina a escalar os mesmos ombros que ele escalou. O homem de intelecto superior é constantemente tentado pela soberba, e necessidade realizar um grande esforço para não cair na tentação. O homem que o faz eleva-se mais ainda: ele evita os vícios e a danosa proletarização. E essa proletarização não significa se tornar um membro da classe trabalhadora, pois é possível e recomendável sê-lo sem se proletarizar. Proletário – derivado do latim proletarium – é aquele indivíduo que nada contribui para sua comunidade política, mas apenas com a própria prole, e não possui a capacidade de construir, mas apenas de destruir.

Infelizmente, muitos profissionais, cuja função primordial é educar outros indivíduos para serem livres, veem-se seduzidos pelos vícios da sociedade pós-moderna e tentam infundir, às vezes de maneira inconsciente, aqueles vícios na mente de seus discípulos: trata-se do professor. É uma figura desvalorizada socialmente, muitas vezes mal pago, com muito estresse, problemas pessoais, correção de provas, e dependendo do lugar onde se leciona deve lidar constantemente com a indisciplina. A própria formação também não ajuda esses profissionais: as aulas nas faculdades são precárias – isso quando ocorrem – e principalmente na área de humanas há um grande grau de conteúdo ideológico. O futuro professor, quando na condição de acadêmico, administra uma série de problemas e tem uma série de responsabilidades: caso não seja tentado pelas drogas nos corredores de sua faculdade, há chances de encontrar tempo para estudar aquilo que lhe é ensinado em sala – ou não – de maneira mais profunda, chegar no horário adequado no expediente e chegar em sua casa no fim do dia.

Não se trata de um trabalho braçal, mas é um trabalho intelectual que é muito cansativo e escorchante dependendo do emprego e do ambiente acadêmico. O professor tem sérios riscos de se tornar uma pessoa frustrada e cheia de aflições, e por não conseguir encontrar consolação, é seduzido facilmente por drogas, tentações carnais entre outras situações típicas de romance realista-naturalista. Quando a vida perde seu sentido, as coisas parecem cinzentas e nada possui significado. Então, muitos obtêm sua licenciatura e passam a lecionar com base em aflições e em ideias negativas.

O grande problema é: até onde a interpretação deturpada do mundo pode nos levar? Poucos teriam a habilidade que teve William F. Buckley Jr. ao escrever seu livro “God and Man at Yale”, mas objetos de análise – tais como os analisados por Buckley – são abundantes em nosso ensino nos dias atuais. Hoje, é corriqueiro os professores, em nosso ensino secular, não terem conhecimento dos sete pecados e das sete virtudes. Não se sabe que a castidade se opõe à luxúria, a temperança à gula, e nem que a humildade se opõe à soberba; pois se trata de “coisa de carola”, ou de uma “fraqueza humana” denominada religião. Alguns dizem que é um detalhe insignificante que exige memorização, e como os “alunos esclarecidos” precisam entender o “contexto”, é desnecessário ao professor saber de coisas do gênero. “Aluno esclarecido” é aquele que percebe a diferença entre opressor e oprimido, tem ciência das lutas das minorias e aceita piamente tudo aquilo que seu professor lhe ensina. Além dessa obceção por formar “agentes de transformação social” e tender a rejeitar aquilo que tem origem religiosa, o professor pós-moderno também é obcecado por outro tema: o sexo.

O norte-americano William Buckley relatou em seu livro casos de professores que eram convictamente hedonistas e utilizavam o sexo para obter a atenção de seus alunos. No entanto, não era o objetivo principal de seu livro – que era voltado à revolta dos progressistas contra a tradição religiosa – e em 1951, a sociedade dos EUA era maciçamente conservadora.

Essa realidade só se alterou nos anos 1960, com o fim das leis que proibiam a prática da sodomia em vários Estados e a liberação sexual. Em seu livro Sexual Sabotage, a escritora Judith Reisman relata como Alfred Kinsey utilizou dados tendenciosos em suas pesquisas sobre comportamento sexual, e como seus estudos influenciaram a revolução sexual: o estudo convenceu boa parte da população norte-americana a aceitar a educação sexual para os jovens em escolas. O resultado disso foi a multiplicação dos casos de gravidez na adolescência e de contaminações por doenças sexualmente transmissíveis. O aumento do número de divórcios foi apenas uma consequência disso. “Ora, mas quem liga para essas carolas? Quem liga para castidade? Puritanismo! Temos que fazer o que é prazeroso e ensinar como proceder nessas coisas”: espero apenas que quem profere essas palavras ou coisa do gênero saiba lidar com as consequências a longo prazo de ter seu prazer momentâneo saciado e expandido em larga escala.

Voltando ao caso dos professores, analisamos a questão do duro dia-a-dia que grande parte deles enfrentam. Casos de esgotamento, entre outros problemas de ordem psicológica por parte destes é compreensível. Porém, é válido que o professor difame os códigos morais adotados como convenção pela sociedade? É correto que ele pratique iconoclastia em relação a importantes nomes da política, da filosofia, da religião ou das ciências econômicas apenas por um gosto pessoal, ou sob a justificativa de estar exercendo sua liberdade acadêmica? Para aqueles professores que acreditam em uma ordem moral duradoura ou que têm a “fraqueza” de fazer parte de algum grupo religioso, os problemas mundanos não justificam a violação da moral – sobretudo a moral judaico-cristã, que é a base de nossa civilização. Porém, aqueles que acreditam que toda verdade é meramente relativa – ou simplesmente não existe -, são adeptos do hedonismo e (ou) julgam a religião como uma bizarrice que preocupa apenas “carolas” pouco se importam com tudo isso e chegam até acreditar que o mundo seria melhor sem esses elementos: essa é a melhor definição que este que vos escreve conseguiu encontrar para o pensamento do professor pós-moderno.

Para que possamos analisar o professor pós-moderno, devemos também ter em mente o seu ambiente de trabalho: há a escola em que não há regras rígidas e os alunos simplesmente não obedecem a nenhuma ou a poucos autoridades e códigos de conduta, e há a escola mais rígida que possui um regimento volumoso e com várias obrigações.

No primeiro caso, a adoção de métodos de ensino baseados em conotação sexual – quando não denotação escancarada – é compreensível – embora não válido -, pois lhe parece mais natural agir dessa maneira. Em tais instituições,geralmente, tanto aluno quanto professor não precisam prestar as obrigações que existem em uma instituição de ensino séria. Quem irá levar a sério o velho careta que explica o conteúdo de maneira metódica? É evidente que recorrer ao sexo, sobretudo em uma idade que o indivíduo está com os hormônios à flor da pele, é um método eficaz para transmitir o conteúdo, fazer com que os alunos que pouco se importam com a seriedade dos estudos compreenderem aldo e poupar a corrente sanguínea de grandes quantidades de cortisona. Essa técnica é corriqueira em cursinhos pré-vestibular e sobretudo em matérias que possuem um grande volume de fórmulas, siglas ou outros elementos a serem memorizados. Afinal, a grande maioria das pessoas não gosta de abstrações, e aqueles que decidem estudar em colégios de regras mais frouxas têm uma forte tendência de não gostar delas. A disciplina é fundamental para a obtenção de conhecimento.

Entretanto, em ambientes acadêmicos mais rígidos, esse método de ensino submete o aluno à dissonância cognitiva: o aluno provavelmente está acostumado a respeitar a autoridade do professor – caso contrário, não estaria matriculado nessa instituição – e espera que o professor siga o regimento do colégio e  o código de conduta nele estabelecido. Além do prejuízo já citado pelo apego a assuntos relacionado a sexo, o aluno dificilmente conseguirá admitir essa conduta por parte do professor. A partir daí, ficará difícil de compreender sua autoridade e se ela realmente é válida, pois ele passa a vê-la como injusta, uma vez que ele se submeteu a um código de conduta ao qual o docente não se submeteu. O estudante pode ser o maior devoto às regras de seu colégio rígido e defensor da autoridade do professor, mas diante de um professor pós-moderno, ele se vê diante de uma autoridade que lhe parece ilegítima, pois ele assiste a uma deturpação. A “escola reacionária” e o professor pós-moderno parecem ser irreconciliáveis.

E o docente que adota as técnicas supracitadas certamente se ofenderá se receber reclamações. “Que absurdo! É uma violação à liberdade acadêmica”. Certamente é bastante diferente levantar uma objeção sobre a rapidez da fala do professor ou o tamanho da letra escrita no quadro na sala de aula, porém questionar seu método em si é visto como um absurdo.

Aquele que levanta objeções sobre a “liberdade acadêmica” é visto como um monstro autoritário, e ganhou um capítulo em homenagem no livro “Defendendo o Indefensável” de Walter Block. O fato da vocação acadêmica exigir livre investigação não autoriza os acadêmicos a violarem contratos apenas para preservar a sua liberdade acadêmica. Na educação padrão-MEC, em que o estudante é obrigado a assistir a aulas que nunca desejaria, ver conteúdos que nunca se interessou em ambientes acadêmicos que muitas vezes não chega a ser sequer agradável, o intermédio entre professor e aluno também é problemático. Muito se fala que a educação é um direito. Ora, um direito é, one way or another, uma obrigação imposta a um terceiro. A educação é melhor definida como um serviço prestado pelos docentes e uma responsabilidade individual assumida pelo alunado. O estudante, que é um consumidor nesse momento, pode estar sendo submetido a um serviço que ele simplesmente não deseja receber.

Em casos de professores que clamam pela “liberdade acadêmica” – quando desejam, na verdade, a licenciosidade acadêmica – não é o aluno que não atende às suas responsabilidades, mas é o professor que está prestando um serviço da maneira que ele julga conveniente, e no caso de exposição da matéria embasada em conteúdo ideológico ou sexual, há aqueles que se sentirão insatisfeitos com o serviço prestado. Esse fato nos faz pensar nos limites da tal da “liberdade acadêmica”.
E se na manifestação dessa “liberdade” houver a violação do contrato que foi assinado pelos serviços educacionais? Não seria legítimo contestar? Não seria compreensível a desobediência ao docente – assim como é compreensível o “desregramento” em ambientes sem regras? Ora, Thomas Jefferson nos ensinou que se uma lei é injusta, não é apenas um direito do homem descumpri-la, mas é uma obrigação fazê-lo.

No primeiro tipo ambiente acadêmico analisado, é compreensível que boa parte das instituições de ensino no Brasil lidam com problemas relacionados a drogas, a comportamentos antissociais tais como a violência e à iniciação sexual precoce. É um sério problema que deve ser resolvido, e os docentes também fazem parte desse processo. Eles não devem ceder ao determinismo, mas tentar construir alguma coisa ou ao menos tentar elevar seus alunos. Ceder ao determinismo apenas destrói, mas nada constrói.

No segundo caso, nada justifica o desvio de conduta do docente. Para que utilizar de tais métodos em um ambiente ordenado e civilizado? Trata-se apenas de um problema existencial do homem pós-moderno: a frustração na busca da consolação e o relativismo de nossa época. “Eu sei que você gosta dessas coisas” não é argumento para ultrapassar às fronteiras de onde ele deve ser discutido. E a sala de aula só não é o último ambiente em que esses temas devem ser discutidos porque ainda há igrejas – pelo menos enquanto o crime de ultraje a culto continuar existindo.

Os docentes não podem colaborar com a invasão vertical dos bárbaros, pois estarão apenas corrompendo nosso ciclo cultural. A economia globalizada também colabora para isso: é honroso concorrer contra a própria condição humana, a fidelidade a uma empresa é visto como coisa do passado, e o profissional rodado é o mais valorizado – e essa ideia se torna mais perigosa quando levada para além da economia.

Compromisso e devoção a um empreendimento seu ou de um terceiro? Para que? A empresa é apenas uma “sociedade anônima” e tratá-la com devoção não faz a menor diferença. Seu serviço é terceirizado? Então que seja feito da pior forma possível, pois o vínculo com aquele a quem se presta o serviço é quase inexistente. É a sociedade dominada pela má vontade, afetada pela atomização, e que não valoriza a honra – ou incentiva a desonra. Parafraseando o músico Lobão, as pessoas trocam o seu destino por qualquer acaso e preferem viver dez anos a mil do que mil anos a dez – e veem a ideia de viver cem anos a cem coisa de gente “certinha” e desativa.

Mas afinal, chegaremos ao dia em que o crime de atentado ao pudor deixará de existir e que a criminalização da conduta seja vista como uma manifestação caricata de puritanismo? O homem pós-moderno precisa urgentemente encontrar a consolação, parar de acreditar em todas as promessas a que este mundo o expõe, e se desapegar de seus vícios, caso contrário estaremos direcionados a um abismo. Cabe aos docentes de nossa época não se tornarem adeptos do zeitgeist licencioso e fazerem o possível para tirar os discentes da condição de “bichos” e levá-los a patamares mais elevados.

License they mean, when they cry liberty” – John Milton

____
Links úteis:

http://www.amazon.com/Sexual-Sabotage-Scientist-Unleashed-Corruption/dp/1935071858
http://www.midiasemmascara.org/artigos/educacao/14871-quem-disse-que-educacao-sexual-e-conteudo-obrigatorio.html
http://theinteramerican.org/about-us/fellows/155-dr-judith-reisman.html

Anúncios
Esse post foi publicado em Uncategorized. Bookmark o link permanente.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s